segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Diferenças entre fotografia convencional e fotografia digital

Diferenças entre fotografia convencional e fotografia digital


Fotografia convencional

A fotografia convencional é um sistema que está há mais tempo no mercado, por isso oferece uma maior opção de modelos, tipos de câmaras e filmes para temas específicos como natureza, praia ou neve, publicidade, fotografia de moda, fotografia editorial, books, fotojornalismo, entre outros. As câmaras e os acessórios são encontram-se com valor mais acessível. Pode-se ampliar a imagem nos mais variados tamanhos e proporções.
Revelações com opção de scaneamento rápido e com custo acessível, que digitalizam as imagens diretamente do negativo ou slide, possibilitando colocar na internet, guardar em CD ou colocar textos e efeitos. 

Fotografia Digital


 A fotografia digital é transformada através da luz em impulsos elétricos que são captados por um sensor que existe na câmara, formando um arquivo digital. Estas imagens podem ser compartilhadas pela internet, armazenadas em CDs, Dvds ou mídias especiais e serem impressas em papel fotográfico tradicional com excelente qualidade e com custo similar a fotos com filme.
Todas as câmeras digitais possuem uma lente, um diafragma para controlar a quantidade de luz e um obturador para determinar o tempo de exposição do sensor à luz.
O dispositivo que regista a imagem na câmera é o CCD (o filme digital), um sensor que contém milhões de células sensíveis à luz que capta os pixels formadores de imagem.
A foto digital pode ser manipulada, editada, corrigida e totalmente modificada por meio de programas de edição de imagens.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Breve história da fotografia e sua evolução

História 

A fotografia é essencialmente a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando-as em uma superfície sensível.
 A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando, juntas ou em paralelo, ao longo de muitos anos. Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.
 No início do séc. XIX, a burguesia culta de Inglaterra e França interessou-se pelas aplicações práticas das novas descobertas científicas. Nesta altura, em locais diferentes e sem terem conhecimento uns dos outros, foram muitos os investigadores que procuravam o método de obter fotografias. Um dos mais interessados nessas pesquisas, foi o litógrafo e inventor francês Nicéphore Niépce, que com o seu irmão Claude já tinha conseguido em 1816 realizar uma imagem em câmara escura,utilizando papel sensibilizado com cloreto de prata. Mas os tons ficavam invertidos e as suas buscas para sensibilizar provas positivas só resultaram em 1826 quando Nicéphore Niépce usou uma substância à base de verniz de asfalto (betume da judeia) que aplicada sobre vidro, endurecia e associada a uma mistura de óleos fixava a imagem. Em 1827 Niepce expôs uma placa de estanho coberta de betume da judeia na câmara escura e obteve, depois de uma exposição de oito horas, uma imagem de um pombal, que era a vista da janela da sua sala de trabalho.